Aula 10ª - Objetivos do Ensino de História




Aula 10ª do dia 22/05-2017.   Objetivos do Ensino de História . LEE Peter. Porque aprender História Educar em Revista. Curitiba, ed. UFPR, n. 42, out/dez. 2011.
O Paradoxo Francês:  cultura histórica significativa e didática da história incerta Nicole Tutiaux-Guillon  Educ. Real., Porto Alegre, v. 36, n.1, p. 15-37, jan./abr., 2011.



Aluna: Dolôres Ribeiro
Profº. Mauro Torres
Tocantinópolis 07-07-2017


        Nesta aula nos foi apresentando dois textos para o ensino de História, no qual  citarei aqui os parágrafos  que mais me chamou atenção: 

        O autor em seu texto nos mostra o  passado, historicidade e História, sendo impossível  escapar do passado. Sua  construção se dá a partir dos conceitos no qual empregamos para lidar com o dia a dia do mundo físico e social. É que por vezes os conceitos encapsulam o passado sob a forma de processos causais (ex.“árvore”, “mãe”, “bombas”). É outras vezes, é envolvido um passado onde este controle é formal; (Ciência,Comunismo). O passado para o autor é a referência para o nosso conhecimento de regras e para a nossa capacidade de selecionar acontecimentos, o passado será o árbitro quando se precisa determinar se a aplicação de uma regra pode ser satisfatória ou não. 
  
     Ele afirma  que a história fornece o único meio racional de investigar o passado. Esta afirmação se baseia em parte no conceito de desenvolvimento de evidência na história (e das técnicas de manuseio) da evidência. Há discussão sobre evidências históricas e sua importância para o ensino de história nos últimos anos. O autor não traz uma discussão de  pontos fortes e fracos dos métodos e dos conteúdos específicos.   Ainda é esclarecido ao leitor de seu texto que a História possibilita uma experiência vicária. 


       O Paradoxo Francês: cultura histórica significativa e didática da história incerta. O autor traz em seu texto que o cidadão francês era, de certa forma, um ser abstrato, que baseava seus julgamentos políticos e ações apenas pela Razão. Outras formas de afiliação social ou cultural eram consideradas como formas de impedir a autonomia e reforçar o preconceito. Consequentemente, estas tinham que ser excluídas. Na escola, cada nova geração deveria aprender a dissociar a pessoa (esfera privada) do indivíduo (esfera pública).
    Ele pontua que, a história ensinada na escola era marcada no corpo político e não na nação étnica-cultural. Nutrir identidades comunitárias na França implicava no risco de uma acusação de promoção do comunitarismo ou, pior, do separatismo –, portanto, lidar com memórias comunitárias poderia fazer surgir alguma moléstia. A escola tinha que esclarecer a juventude através da instrução, e guiá-la pelo uso da Razão.



















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