Postagens

Mostrando postagens de julho, 2017

17ª Aula. Metodologia do Ensino de História e Geografia. .

17ª Aula do dia 03-07-2017.  PENTEADO, Heloisa D. Metodologia do Ensino de História e Geografia. São Paulo: Cortez, 2001.pp. Aluna: Dolôres Ribeiro  Profº. Mauro Torres Tocantinópolis 08-07-2017 Continuação de fichamento em sala de aula, principais pontos do texto de Penteado.   PARTE III. Idéias norteadoras:               Já foi trabalhado o conceito de relações sociais no nível exploratório, e deve continuar sendo abordado no início de cada ano letivo ate a 4ª serie.             Na 2ª serie, o conceito de tempo, nas suas dimensões meteorológicas e cronológicas, será trabalhado no decorrer de todo o ano letivo por meio de registros diários e sistemáticos.  Será colocado todos os dias na lousa a data completa do dia;             As condições meteorológicas que serão representadas em quadrinhos e ficarão fixados na parede, assim os alunos...

16ª Aula Metodologia do Ensino de História e Geografia.

16ª Aula do dia 26-06-2017.  PENTEADO, Heloisa D. Metodologia do Ensino de História e Geografia. São Paulo: Cortez, 2001.pp. Aluna: Dolôres Ribeiro da Silva  Profº. Mauro Torres Tocantinópolis 08-07-2017 Fichamento em sala de aula; Principais pontos do texto de Penteado.        Ensino produtivo - constitui se num trabalho sistematizado de três práticas pedagógicas indissociáveis e interdependentes - a prática de leitura, a prática de produção textual e a prática de análise linguística. Condições para a plena participação social e para o exercício da cidadania.      A partir do final da década de 1980 e início dos anos de 1990, surgiu uma proposta didático-pedagógica na qual o ensino produtivo se contrapõe ao ensino reprodutivo, no  qual o ensino reprodutivo buscava a memorização de informações contidas em textos. Parte I.         As ciências Humanas compreendem a área do conhecim...

15ª aula a distância via email.

 OBS: 15ª AULA FOI A DISTÂNCIA, NÃO FIZ ESTA ATIVIDADE VIA EMAIL.

14ª aula Coronelismo no Extremo Norte de Gioás: Padre João e as três revoluções de Boa Vista.

14ª aula do dia 19-06-2017.  PALACÍN. Luiz G. Coronelismo no Extremo Norte de Goiás: Padre João e as três revoluções de Boa Vista. São Paulo: Loyola, 1990. Aluna: Dolôres Ribeiro Profº. Mauro Torres Tocantinópolis 07-07-2017  Apresentação de Seminário sobre coronelismo:            Esta é a história de uma região, o extremo norte goiano, de uma cidade, Boa Vista – atualmente Tocantinópolis – e de um homem, o padre João. ( PALACÍN. p.5.1990 ).   Eram grandes proprietários que recebiam a patente de coronel e podiam recrutar pessoas para compor a força militar do governo e com isso manter os pilares da  exclusão política e do controle sobre os espaços de representação política.  Em nível local, os coronéis  empregavam as  pessoas comuns para reprimir e assim manter a ordem social, ao mesmo tempo em que preservava seus próprios interesses.  Os territórios controlados politicamente pelos coronéis era...

13ª AULA Axpên Pyrák. História, cosmologia, onomástica e amizade formal apinajé.

13ª AULA do dia 12-06-2017. GIRALDIN, Odair. Axpên Pyrák. História, cosmologia, onomástica e amizade formal apinajé. Tese de doutorado, IFCH/Unicamp, Campinas.2000. Aluna: Dolôres Ribeiro Prof.° Mauro Torres Tocantinópolis 07-07-2017.        Nesta aula conhecemos os vários conjuntos dos povos Apanyekrá, Apinayé, Canela, Gavião do Oeste, Krahó, Krinkatí, Pukobyê são designados Timbira.   Esses diferentes grupos étnicos falam uma só língua, o timbira, que pertence à família jê, certamente com algumas diferenças dialetais entre si. O dialeto mais divergente é o dos Apinayé , que talvez possa até ser considerado outra língua, embora os outros Timbira não pareçam ter dificuldade em entendê-lo. Também são os Apinayé os que mais divergem quanto à cultura. Como os únicos que ficam a oeste do Tocantins, são chamados de Timbira Ocidentais, em contraposição aos demais, os Timbira Orientais. Em qualquer dos povos timbira da atualidade, os homens, além da...

Aula 12ª Quilombolas: Tradições e cultura da resistência

Aula 12ª do dia 05-06-2017. Quilombolas: Tradições e cultura da resistência. ANJOS, Rafael Sanzio Araújo. São Paulo: Aori Comunicações, 2006. Aluna: Dolôres Ribeiro Prof°. Mauro Torres Tocantinópolis 07-07-2017         Aula sobre os Quilombolas:  Eles foram a denominação para o agrupamento de escravos fugidos do Brasil. Entretanto, comunidades quilombolas foram uma constante nos lugares onde houve escravidão. Na América Espanhola escravocrata, eles recebiam o nome de palenques e possuíam características muito próximas ao casa brasileiro. Já na América inglesa, a denominação para tais ocorrências era marronages.  Um pequeno agrupamento de escravos fugitivos já caracterizava um quilombo.      Localização dos quilombos no Brasil: Centro Oeste, Minas Gerais, , Costa do Pará e Maranhão.Eles plantavam milho, feijão, algodão, melancias... Dedicavam em mineração clandestinas, fazendo contrabando e vendiam os produtos mais baratos...

Aula 11ª PLANEJAMENTO, SELEÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE CONTEÚDOS DE HISTÓRIA NO CURRÍCULO.

AULA 11ª de 29-05-2017 .  Planejamento, Seleção e Organização de Conteúdos de História no Currículo. MATTOZZI, Ivo. Currículo de História e Educação para o patrimônio.Educação em Revista. Belo Horizonte. FaE/UFMG, n. 47,jun.2008. YOUNG, Michael. Entrevista concedida á Claudia V.A. Gallian e Paula B.J. Louzano. Michael Young e o campo do currículo: da ênfase no " conhecimento dos poderosos" à defesa do "conhecimento poderoso".Educação e Pesquisa, São Paulo: FEUSP, v. 40, n. 04, p.11-8-1124.  Aluna:  Dolôres Ribeiro Profº.    Mauro Torres Tocantinópolis:  29-05-2017.         Aula expositiva por nosso professor de alguns pontos de dois textos de suma importância para nosso aprendizado em História.. Marcas, territórios, bens culturais, patrimônio: •   O  mundo em que vivemos, em todos os seus aspectos, é o resultado de processos que se desenvolveram no passado.  Os  processos são testemunhados p...

Aula 10ª - Objetivos do Ensino de História

Aula 10ª do dia 22/05-2017.   Objetivos do Ensino de História . LEE Peter. Porque aprender História Educar em Revista. Curitiba, ed. UFPR, n. 42, out/dez. 2011. O Paradoxo Francês:  cultura histórica significativa e didática da história incerta Nicole Tutiaux-Guillon  Educ. Real., Porto Alegre, v. 36, n.1, p. 15-37, jan./abr., 2011. Aluna: Dolôres Ribeiro Profº. Mauro Torres Tocantinópolis 07-07-2017         Nesta aula nos foi apresentando dois textos para o ensino de História, no qual  citarei aqui os parágrafos  que mais me chamou atenção:           O autor em seu texto nos mostra o  passado, historicidade e História, sendo impossível  escapar do passado. Sua  construção se dá a partir dos conceitos no qual empregamos para lidar com o dia a dia do mundo físico e social. É que por vezes os conceitos encapsulam o passado sob a forma de processos causais (ex.“árvore”, “mãe”, “bombas”...

9ª AULA O surgimento da escola e a História como disciplinar escolar no Brasil.

9ª Aula do 15- 05- 2017.  O surgimento da escola e a História como disciplinar escolar no Brasil. Primeiro ciclo. Parâmetros curriculares nacionais: história e geografia/   Secretária de Educação Fundamental - Brasilia:  MEC/SEF,1997. pp 49- 60.   Prof. Mauro Torres Aluna: Dolôres Ribeiro Tocantinópolis 06-07-2017                 Vamos destacar  aqui os principais pontos do texto aprendidos nesta aula: Aprender e Ensinar História no ensino Fundamental. A  contextualização dos processos de deslocamento de populações para o território nacional.  A chegada e  dominação dos portugueses no território  nacional: O saber histórico escolar ( agrega-se as representações sociais, diversas formas de comunicação escolar, saber histórico escolar). Fatos históricos ( eventos políticos, festas cívicas...) Sujeitos da História ( personagens...) Tempo histórico ( tempo cronológico: calendários e da...